domingo, 7 de agosto de 2011

Vivendo

A vida parece difícil? Há pedras no caminho? Pare um instante, respire fundo, reflita... Olhe bem nos olhos da vida, não como adversária, não como inimiga, mas como fiel companheira. Pense alto, pense forte. Arregace as mangas,siga em frente e abra um sorriso largo.Viver é uma arte... Um eterno renascer, um eterno renovar, uma longa aprendizagem, uma longa caminhada,enfrentando desafios.

 (N. Rogero)

Família

A vocês, que me deram a vida e me ensinaram a vivê-la com dignidade, não bastaria um obrigado. A vocês, que iluminaram os caminhos obscuros com afeto e dedicação para que eu os trilhasse sem medo e cheia de esperanças, não bastaria um muito obrigado. A vocês, que se doaram inteiros e renunciaram aos seus sonhos, para que, muitas vezes, eu pudesse valorizar os meus.
Pela loga espera e compreensão durante minhas longas viagens, não bastaria um muintíssimo obrigado. A vocês, minha familia, por natureza, por opção e amor, não bastaria dizer, que não tenho palavras para agradecer tudo isso. Mas é o que me acontece agora, quando procuro arduamente uma forma verbal de exprimir uma emoção ímpar. Uma emoção que jamais seria traduzida por palavras. Só posso dizer: Amo vocês!

Saudades que ficam

Todas as pessoas que passam em nossas vidas deixam suas marcas num ir e vir infinito. As que permanecem... é por que simplesmente, doaram seus corações para entrar em sintonia com a nossa alma. As que se vão... nos deixam um grade aprendizado. Não importa o tipo de atitude tiveram, mas com elas aprendemos muito. Com as  vaidosas e orgulhosas aprendemos que devemos ser humildes... Com as carinhosas e atenciosas aprendemos ter gratidão. Com as duras de coração aprendemos a dar o perdão... Com as pessoas por nossas vidas , aprendemos também a AMAR, e, de várias formas... Com amizade, com dedicação, com carinho, com atenção, com atração, com paixão ou desejo... Mas nunca ninguém nos ensinou e nunca aprendemos a reagir diante da SAUDADE que algumas pessoas deixam em nós...

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Vai coração

A noite cai e eu busco no silêncio do galpão, perdido num olhar, além de nós num mate que jujei de solidão; vivendo assim na ausência dos teus braços, coração, lembrando o doce que teus lábios têm pedindo pra compor essa canção. Vai coração e leva o meu silêncio aonde ele está e diga a dor que trago no olhar, das noites que mateei com a solidão; diz coração que eu já limpei o rancho e o jardim e as flores anunciam o teu sim pra um mate que sevei de coração; diz ainda, coração, que apesar da solidão meus silêncios são de espera, que o florir da primavera traga a flor do meu rincão e se acaso, coração a resposta for um não, vor ser mais que o corredor, vou morrer por ser amor, por ser alma e solidão...

Em teus braços

Há tempos que carrego esta saudade domingueira bem querença, pra florir rancho e garupa,flor e fruto, descendência. Há tempos que anuncio teu sorriso entre cálidas auroras no semblante florescido dos jardins que tem lá fora.
Renasço sempre em teus braços volto a morrer num abraço, veja só o que o  amor nós fez! Teu olhar me denuncia, que pena clareou o dia pra ser saudade outra vez.
Há tempos que este rancho anda tristonho, sem teus passos na varanda e te espio na janela sem saber por onde andas. Há tempos que te busco em cada sonho, em cada beijo, vou morrer te esperando porque sei que vale a pena!

Pra lembrar de ti

Pra lembrar de ti basta a solidão chegar de manso nesse rancho onde os meus mates são de magoa e dor, eu carrego essa dor por que é só minha e te entrego toda luz do meu amor; pra lembrar de ti ainda guardo o teu cheiro na memória da nossa historia que aos poucos foi e se perdeu, te espero no rancho com floreira na janela e um beijo terno que guardei pros lábios teus. Pra voltar pra ti faço teu jogo, aposto tudo seja o que for o teu silencio diz mais que mil palavras e dos meus olhos chove a dor do meu amor.
Pra lembrar de ti, é ver o sol nascer por trás dessas coxilhas e as macanilhas que rebrotam entre os mal me quer, eu te desejo feito nua e madrugada, ó meu amado serei tua se tu quiser; pra lembrar de ti cevo outro mate de silencio e solidão, para um coração que já faz tempo que anda vazio refaço os planos pro inverno que se achega não quero ver o meu amor morrer de frio.